- Em 2025, o orçamento da Câmara do Porto para limpar fachadas com graffiti pode chegar a até 400 mil euros, com mais de 19 mil intervenções no ano anterior.
- Na Alameda das Fontainhas, no Bonfim, registaram-se 85 intervenções.
- O presidente da Câmara, Pedro Duarte, acompanhou os trabalhos e defendeu preservar o espaço público, mantendo apoio para a arte urbana regulada.
- Em 2025 houve 19.279 intervenções de limpeza em fachadas, numa área total de 567 quilômetros quadrados, um aumento de 214 quilômetros quadrados face a 2024; o investimento anual fica entre duzentos e quatrocentos mil euros.
- A autarquia pretende combater o vandalismo com videovigilância, ampliar áreas de arte urbana autorizada e considerar novas técnicas de remoção, como gelo seco ou laser, além dos métodos atuais (pintar por cima ou usar sílica).
A limpeza de graffiti em fachadas no Porto registou aumento em 2025, com o orçamento da Câmara do Porto para este efeito a alcançar até 400 mil euros. No ano anterior, foram realizadas 19.279 intervenções, cobrindo uma área de 567 quilómetros quadrados, um acréscimo de 214 km² face a 2024.
No âmbito desta evolução, o presidente da Câmara, Pedro Duarte, acompanhou trabalhos de uma equipa especializada na Alameda das Fontainhas, no Bonfim, para observar o estado das fachadas vandalizadas e reforçar a necessidade de preservar o espaço público, mantendo, contudo, espaço para a arte urbana regulada.
Gestão e investimentos do município
A autarquia indica que o investimento anual oscila entre 200 e 400 mil euros, valor utilizado na limpeza de paredes e murais. O objetivo é reduzir o vandalismo ao tempo que se admite potenciar a arte urbana autorizada.
Medidas de combate e inovação tecnológica
Para contrariar a tendência, o município reforça ações de videovigilância, detetar infratores e ampliar as zonas de intervenção para arte urbana autorizada, envolvendo artistas e comunidades locais.
Técnicas de remoção e perspetivas futuras
Os métodos atuais incluem pintura por cima e aplicação de sílica, que pode funcionar como prevenção. Estuda-se, ainda, o custo-benefício de novas técnicas, incluindo gelo seco ou laser, para reduzir o impacto e aumentar a eficácia.
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