- A Associação Empresarial de Portugal (AEP) pediu uma resposta rápida às empresas afetadas pela depressão Kristin para evitar prejuízos adicionais.
- O presidente da AEP, Luís Miguel Ribeiro, afirmou que decisões céleres são cruciais para manter a viabilidade das empresas num mercado global competitivo.
- A depressão Kristin provocou chuvas intensas e ventos fortes, causando danos materiais e interrupções na atividade económica.
- A AEP apela a medidas de apoio rápidas e eficazes, bem como a uma comunicação clara entre entidades públicas e setor privado.
- A associação vai acompanhar a situação e defender o funcionamento económico das regiões afetadas, promovendo uma resposta coordenada.
A depressão Kristin, fenómeno meteorológico que afetou várias regiões do país, provocou chuvas intensas e ventos fortes, causando danos materiais e interrupções na atividade económica. Empresas de diversos setores sentem já o impacto e precisam de apoio adequado para manter operações.
A Associação Empresarial de Portugal (AEP) sublinha a urgência de uma resposta rápida e eficaz. Luís Miguel Ribeiro, presidente da AEP, afirma que decisões céleres são determinantes para a viabilidade das empresas num mercado global competitivo.
A AEP alerta para que as entidades competentes atuem com rapidez para evitar que os prejuízos se agravem. O objetivo é manter empregos e reduzir o tempo de recuperação das atividades, especialmente nas regiões mais afetadas.
Pedido de ação às autoridades
A entidade defende medidas de apoio rápidas e transparentes, bem como uma comunicação clara entre setores público e privado, para facilitar a implementação de apoios. A AEP pretende acelerar a coordenação e a execução de estratégias de recuperação económica.
A associação promete acompanhar de perto a evolução da crise e defender os interesses do setor empresarial, promovendo uma resposta coordenada e eficiente às necessidades emergentes.
Entre na conversa da comunidade