- Os Da Weasel apresentam no Meo Marés, em Matosinhos, um espetáculo especial no dia 17 de julho.
- A performance é dividida em três atos: os grandes êxitos, novas versões com orquestra de 30 elementos e uma canção inédita ao vivo.
- A orquestra é dirigida pelo maestro Rui Massena, numa apresentação que mistura hip‑hop, rock, funk e música eletrónica.
- O trio de criadores — Carlão, João Nobre (Jay), DJ Glue e Virgul — prometem levar “o melhor de três mundos”.
- O máximo destaque é a estreia de uma música da banda que nunca tinha sido tocada ao vivo.
Da Weasel prepara uma surpresa no Meo Marés, em Matosinhos, na noite de 17 de julho. O grupo leva a palco três mundos: êxitos próprios, arranjos com orquestra de 30 elementos e a estreia de uma canção inédita ao vivo, associando música urbana a orquestral.
Os Da Weasel — Carlão, João Nobre, Jay, DJ Glue e Virgul — estão a preparar um espetáculo marcado pela fusão entre hip hop, rock, funk e electrónica, reinterpretadas com orquestra. O objetivo é marcar os 33 anos da banda com um momento único.
O formato envolve três atos: primeiro, os temas mais conhecidos apenas com a banda; segundo, a presença da orquestra conduzida por Rui Massena para revisitar temas com novos arranjos; terceiro, a canção-surpresa com a assinatura Da Weasel.
Da Weasel regressou aos palcos há quatro anos, após mais de uma década sem atividade criativa conjunta, e já atuou no Meo Marés para cerca de 40 mil pessoas. A banda tem escolhido datas com energia de palco no ponto alto, mantendo os espetáculos exclusivos.
Da Weasel Goes Symphonic é uma referência antiga, remontando a uma atuação junto à Torre de Belém há 20 anos. O grupo pretendia revisitar esse momento, e o Meo Marés foi visto como plataforma ideal para uma abordagem diferente e ambiciosa, com a participação de Massena.
Segundo DJ Glue, a proposta combina a memória de shows anteriores com a oportunidade de explorar novos arranjos. Carlão acrescenta que o projeto resulta de uma parceria com o maestro e de uma vontade partilhada de inovar.
O concerto é descrito como um espetáculo em três atos, não inteiramente com orquestra. O primeiro ato foca nos maiores êxitos, o segundo junta a orquestra para um dozen de temas com arranjos, e o terceiro retoma a banda, com um repertório mais intenso e a revelação da canção surpresa ao vivo. Massena orquestrará ainda uma faixa inédita.
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