- Em 19 de junho, o pacote laboral foi chumbado na Assembleia da República pelo Chega, contra todas as previsões e com a oposição dos partidos de esquerda.
- No dia 23 de junho, a Prestação Social Única (PSU) foi aprovada na Assembleia.
- O Governo iniciou negociações com o Partido Socialista (PS) em 48 horas após a aprovação da PSU.
- Foram realizadas apenas duas reuniões, com o Governo a ceder em alguns pontos.
- A bancada socialista obteve a abstenção, contribuindo para o acordo.
O Governo e os seus parceiros de negociação registaram dois marcos em junho. No dia 19, o pacote laboral foi chumbado na Assembleia da República, com o Chega a votar contra e os partidos de esquerda a anular a maioria prevista.
No dia 23, quatro dias depois, a Prestação Social Única (PSU) recebeu aprovação. O Governo iniciou negociações com o PS, em apenas 48 horas, cedeu em alguns pontos e assegurou a abstenção da bancada socialista.
A situação ocorre no contexto político nacional, com a Assembleia a funcionar como palco central das negociações. A intenção é evitar novos impasses e manter o calendário de reformas em curso, segundo fontes próximas ao processo.
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