- O antigo vice-primeiro ministro Paulo Portas vai liderar a comissão criada pelo Governo para celebrar os 900 anos da fundação de Portugal, anunciada após o Conselho de Ministros em Guimarães.
- O primeiro-ministro, Luís Montenegro, descreveu a nomeação como consensual na sociedade portuguesa.
- A comissão de 900 anos terá uma comissão de honra liderada pelo presidente da República, António José Seguro, com a participação dos três ex-chefes de Estado: António Ramalho Eanes, Aníbal Cavaco Silva e Marcelo Rebelo de Sousa.
- Vai haver ainda um conselho geral com personalidades de várias áreas, incluindo representantes da Assembleia da República.
- A tarefa inclui tratar o período fundacional, a começar pela Batalha de São Mamede (1128), integram a Batalha de Ourique (1139) e o Tratado de Zamora (1143), visando um programa que aprofunde a história, a identidade e a cultura de Portugal.
O Governo anunciou que Paulo Portas vai liderar a comissão criada para celebrar os 900 anos da fundação de Portugal. A decisão foi apresentada pelo primeiro-ministro, após o Conselho de Ministros realizado em Guimarães.
A nomeação foi apresentada como consensual na sociedade portuguesa. A comissão central terá uma comissão de honra liderada pelo Presidente da República, António José Seguro, e contará com os três antigos chefes de Estado: António Ramalho Eanes, Aníbal Cavaco Silva e Marcelo Rebelo de Sousa.
Está prevista ainda a criação de um conselho geral, com personalidades de várias áreas, incluindo representantes da Assembleia da República. Esta estrutura terá como objetivo um tratamento sistemático do período fundacional, iniciando pela Batalha de São Mamede em 1128 e incluindo a Batalha de Ourique (1139) e o Tratado de Zamora (1143).
Composição da Comissão e objectivos
A tarefa imediata passa pela celebração dos 900 anos da Batalha de São Mamede, mas o prioritário é estruturar um programa que aprofunde o conhecimento sobre as raízes históricas, a identidade, a cultura e o sentimento de ser português.
O Governo pretende que o trabalho se estenda para além de datas comemorativas, promovendo um estudo contínuo sobre o período fundador da nação e a sua relevância para o Portugal atual.
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