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Grupo de sócios vai ao tribunal impugnar AG sobre Benfica District

Grupo de sócios do Benfica entra com ação contra a AG que aprovou o Benfica District, sustentando que o voto eletrónico não está coberto pelos estatutos

Assembleia Geral do Benfica
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  • Um grupo de sócios do Benfica avançou para o Tribunal para impugnar a Assembleia Geral onde foi aprovado o Benfica District.
  • Alegam que o problema reside no método de votação eletrónico, que, segundo eles, não está coberto pelos estatutos do clube.
  • Entre os responsáveis pela ação estão Gonçalo Almeida Ribeiro e João Ferreira Leite, ligados a listas e movimentos que concorrem à MAG.
  • Juntaram-se à iniciativa Márcia Vala e Pedro Cardigos dos Reis, que não foram candidatos nas últimas eleições.
  • Em janeiro, cerca de sessenta por cento dos sócios aprovaram o plano de avançar com o Benfica District, e os proponentes esperam que a AG seja impugnada para que haja nova votação.

Um grupo de sócios do Benfica decidiu recorrer à Justiça para impugnar a Assembleia Geral em que foi aprovada a iniciativa Benfica District. A contestação centra-se no método de votação eletrónica, alegando que este não está previsto nos estatutos do clube da Luz.

Os impulsionadores da ação incluem Gonçalo Almeida Ribeiro, ligado à Lista de Noronha Lopes, e João Ferreira Leite, representante do movimento Servir o Benfica e apoiado por João Diogo Manteigas, todos candidatos à MAG. Contam ainda com a participação de João Marecos, candidato a vice-presidente da MAG, e Ana Cristina Santos Silva, candidata a secretária da MAG. Outros sócios, Márcia Vala e Pedro Cardigos Reis, juntaram-se ao grupo, não tendo concorrido nas últimas eleições.

Detalhes da impugnação

Em janeiro, a maioria dos sócios aprovou o plano da direção para avançar com o Benfica District, com cerca de 60 por cento dos votos. Os órgãos do clube que defendem a impugnação argumentam que o método de voto não está previsto nos estatutos e defendem a reavaliação do processo em nova votação.

A ação visa esclarecer se a votação eletrónica pode ter validade sem uma alteração estatutária. O caso está agora nos tribunais, segundo informação partilhada pelos requerentes. O desfecho pode levar à repetição da votação do Benfica District caso o tribunal aceitasse a impugnação.

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