- O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, anunciou, com os embaixadores de Israel e do Líbano, um acordo-quadro descrito como primeiro passo rumo à paz entre os dois países.
- O acordo foi assinado por Yechiel Leiter, embaixador de Israel nos Estados Unidos, e por Nada Hamadeh, embaixadora do Líbano nos Estados Unidos; ainda não foram revelados detalhes.
- Hamadeh afirmou que o acordo visa restaurar a soberania e a integridade territorial libanesas, assegurar uma cessação permanente das hostilidades e permitir o regresso dos libaneses às suas terras.
- O objetivo principal é promover uma paz em que a soberania de Israel e do Líbano seja respeitada; o texto deixou de fora o Irão e o Hezbollah.
- O último conflito teve início com ataques do Hezbollah contra Israel, seguidos de uma ofensiva israelita no Líbano; desde março morreram mais de 4.000 pessoas no Líbano e pelo menos 37 militares israelitas.
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, anunciou, junto dos embaixadores de Israel e do Líbano, um acordo-quadro considerado o primeiro passo para a paz entre os dois países, após meses de confrontos com o Hezbollah. O acordo foi assinado em Washington.
Yechiel Leiter, embaixador de Israel nos EUA, e Nada Hamadeh, embaixadora do Líbano, participaram na assinatura. Hamadeh descreveu o acordo como um começo para restaurar a soberania libanesa, suspender hostilidades e permitir que o povo libanês regresse às suas terras.
O principal objetivo é promover a paz entre Israel e o Líbano, segundo Leiter. O texto assinala que a paz deve respeitar a soberania de ambos os países, sem envolvimento de atores externos como o Irão ou o Hezbollah no acordo.
Acordo-quadro
O acordo surge num contexto de escalada entre Israel e o Hezbollah, que desencadeou ataques com foguetes contra Israel. A ofensiva militar de Israel no Líbano começou após esse ciclo de confrontos, numa operação que aumentou a presença terrestre israelita na região.
Desde o início de março, os ataques em território libanês resultaram em um elevado número de vítimas. As estimativas apontam para mais de 4.000 mortos no Líbano e pelo menos 37 militares israelitas perderam a vida no prolongado conflito.
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