- Passaram-se seis anos desde o surto de Covid-19 no Lar do Comércio, em Matosinhos.
- O surto provocou a morte de 18 utentes e infetou 109 pessoas.
- Familiares das vítimas continuam à espera de respostas e exigem justiça.
- Defendem que os responsáveis devem ser responsabilizados pelos crimes de que são acusados.
Seis anos depois do surto de Covid-19 que afetou o Lar do Comércio, em Matosinhos, 18 utentes morreram e 109 pessoas ficaram infetadas. A investigação médica e administrativa prossegue sem que haja conclusão pública sobre as responsabilidades criminais associadas ao caso.
Os familiares das vítimas reiteram o pedido de justiça e reforçam que merecem respostas sobre o que houve e quem foi responsável. Mantêm a esperança de que as autoridades assegurem accountability pelos crimes atribuídos aos envolvidos.
Apesar do tempo decorrido, o caso continua a merecer acompanhamento público, com famílias a exigir transparência nas peripécias que levaram aos óbitos e contágios. A investigação em curso permanece como ponto central de interesse para os familiares e para a comunidade de Matosinhos.
Exigência de justiça pelos familiares
Os familiares afirmam que as falhas identificadas no lar devem ser apuradas com rigor. Em comunicado, destacam a importância de clarificar responsabilidades, independentemente da natureza dos cargos ou instituições envolvidas, para evitar que casos semelhantes se repitam.
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