- Familiares de lusodescendentes que morreram na Venezuela dizem não ter imaginado “uma desgraça tão grande”.
- Irene Andrade Pias recorda que a maioria dos venezuelanos não estava a trabalhar na altura dos dois sismos, por causa do feriado.
- Irene afirma: “Não sei como vou viver sem elas”, ao recordar as sobrinhas.
- O texto refere-se aos dois sismos que abalaram a Venezuela e às suas consequências trágicas.
Uma familiar de lusodescendentes falecidos na Venezuela disse não ter imaginado uma desgraça tão grande, após dois sismos que ocorreram durante um feriado no país. O foco é a dor da família e a perca das sobrinhas.
Irene Andrade Pias explicou que a maior parte da população venezuelana estava sem atividade laboral nesse período, devido à celebração do feriado, o que dificultou lidar com a tragédia. As sobrinhas são apontadas como as vítimas fatais.
A notícia destaca ainda a importância de acompanhar os desdobramentos das buscas e de organizar o atendimento às famílias afetadas, sem prejulgar ou especular sobre as causas ou responsabilidades.
Não há informações oficiais detalhadas sobre o número de vítimas ou sobre as regiões mais afetadas, e as autoridades competentes devem divulgar atualizações à medida que haja dados confiáveis.
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