- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a assinatura de um acordo com o Irão está prevista para amanhã, domingo.
- O porta-voz iraniano disse que a assinatura não seria no domingo, estando prevista para os próximos dias.
- Pequim, ou melhor Wird? (Ignore) [Oops] Apenas mantenho: houve divergência entre as leituras dos dois lados sobre o timing da assinatura.
- Relatos iranianos apontaram um protocolo de 14 pontos com exigências que incluem direito de enriquecer urânio e libertação de 24 mil milhões de dólares em fundos congelados. A versão norte-americana é diferente, sugerindo que o urânio enriquecido seria diluído/destroído sem transferência de dinheiro.
- O conflito no Médio Oriente persiste; Trump deve discutir a desminagem do estreito de Ormuz na cimeira do G7, com interesse de Reino Unido e França em ajudar.
O Presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que a assinatura de um acordo com o Irão está prevista para domingo, apesar de o porta-voz iraniano ter indicado o contrário. A afirmação foi publicada na rede social Truth Social.
Trump indicou ainda que, assim que o acordo entrasse em vigor, o estreito de Ormuz passaria a estar aberto a navios de todas as nações. A posição gerou divergência entre as partes envolvidas, com desacordo sobre o timing.
O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, destacou que o país atua como mediador e disse que o acordo de paz estaria mais perto do que nunca, com possibilidade de ser alcançado num prazo de 24 horas. Avanços não foram confirmados por fontes oficiais.
O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão, Esmail Baghai, afirmou à IRNA que a assinatura não ocorreria no domingo, mas sim nos próximos dias. A posição iraniana divergiu do que foi indicado por Washington.
Relatos sobre o conteúdo do acordo variam. A Mehr descreveu um protocolo de 14 pontos que incluía o direito do Irão de enriquecer urânio e a libertação de fundos iranianos congelados. Washington, por seu turno, descreveu uma versão diferente.
O Presidente dos EUA afirmou que o urânio enriquecido seria gerido quando fosse apropriado, com objetivo de diluição ou eliminação. Trump apresentou o pacto como uma barreira a novas armas nucleares, assegurando que nenhum dinheiro mudaria de mãos.
O conflito no Médio Oriente, deflagrado por ataques entre EUA e Israel no fim de fevereiro, persistiu até ao cessar-fogo de abril e teve impactos significativos na região e na economia global. Milhares de pessoas faleceram, sobretudo no Irão e no Líbano.
Caso seja avançado, Trump participa na cimeira do G7, que se inicia na segunda-feira, para discutir a desminagem do estreito de Ormuz. Reino Unido e França acenaram com apoio à iniciativa, enquanto a área continua sob controlo iraniano.
Não está claro o número de minas existentes no estreito, nem se o Irão mantém controlo total sobre a área desde o início do conflito. Os EUA mantêm bloqueios a portos iranianos como resposta ao confronto regional.
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