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Nas obras de Alfredo Jaar, as imagens permanecem connosco

Exposição analisa a saturação de imagens e o colapso moral atual, mantendo as imagens como testemunhas contínuas

You Do Not Take a Photograph. You Make It reflecte a visão ética de Alfredo Jaar. “Cada fotografia que fazemos contém uma dimensão ideológica do mundo” ,You Do Not Take a Photograph. You Make It reflecte a visão ética de Alfredo Jaar. “Cada fotografia que fazemos contém uma dimensão ideológica do mundo”
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  • O chileno Alfredo Jaar apresenta em Francisco Fino a exposição One Million Points of Light, sobre a arte num mundo saturado de imagens e “colapso moral”.
  • A mostra integra-se numa perspetiva de reflexão sobre a sobrecarga imagética contemporânea e as suas consequências éticas.
  • O texto recorda que, há quase dez anos, o jornal falou com Jaar na cidade de Santiago, Chile, numa altura em que a sua instalação Shadows provocava impacto em Lisboa.
  • Shadows esteve nas Carpintarias de São Lázaro, em Lisboa, numa instalação que, em determinado momento, poderia cegar o espectador através de uma coreografia da morte e da dor.
  • Jaar tem como mote a interligação entre imagem, dor humana e consumo, temas centrais na sua prática artística.

A exposição One Million Points of Light do artista chileno Alfredo Jaar está patente na galeria Francisco Fino, em Lisboa. A mostra reúne obras que abordam a sobrecarga de imagens e o colapso moral da sociedade atual.

Acuradamente, o conjunto questiona como o excesso de materiais visuais molda perceções, atitudes e decisões. Jaar utiliza elementos visuais e narrativas para exigir reflexão sobre o papel das imagens na vida quotidiana.

O objetivo da exposição, segundo a galerista, é revelar as consequências éticas da ubiquidade mediática e incentivar uma leitura crítica do consumo de imagens. A mostra propõe uma leitura de alerta sobre o ambiente visual contemporâneo.

Contexto de uma entrevista histórica

Foi há quase uma década que o jornal conversou com Jaar, em Santiago, no México não, na prática. Na altura, a mostra Shadows, apresentada nas Carpintarias de São Lázaro, em Lisboa, gerou impacto por aproximar o espectador de uma coreografia da dor e da mortalidade.

Desde então, Jaar tem vindo a trabalhar temas semelhantes, mantendo o foco na capacidade das imagens de moldar sentimentos públicos. A presente exposição prolonga esse eixo temático, mantendo o tom crítico sobre a cultura visual atual.

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