- Os Estados Unidos atacaram o Irão, seguindo uma ação anterior, num contexto de ataque e retaliação entre ambos.
- O Irão respondeu com doze mísseis balísticos lançados contra bases norte‑americanas no Bahrein, Jordânia e Kuwait.
- As explosões foram reportadas pela imprensa estatal iraniana em Bandar Abbas, Sirik, Minab, na ilha de Qeshm e em Gurgã.
- O Kuwait fechou temporariamente o espaço aéreo, enquanto nos EUA a embaixada na Jordânia pediu abrigo e que as pessoas permaneçam no interior.
- Os Guardas da Revolução afirmaram ter destruído instalações e um elevado número de jactos de combate; o secretário‑geral da ONU, António Guterres, criticou os ataques mútuos.
O Irão respondeu aos ataques dos EUA com uma nova ofensiva, lançando mísseis contra bases norte-americanas no Bahrein, Jordânia e Kuwait. O confronto ocorreu na madrugada desta quinta-feira, repetindo um padrão já visto na véspera, após um cessar-fogo que não impediu ações diretas.
Segundo fontes iranianas, houve explosões em Bandar Abbas, Sirik, Minab, na região sul do país, bem como na ilha de Qeshm e em Gurgã. As autoridades afirmam ter atingido posições de aeronaves e de defesa dos EUA durante os ataques.
Os Estados Unidos haviam iniciado uma ofensiva contra alvos iranianos no início da manhã de quarta-feira, após declarações do presidente Donald Trump. O objetivo alegado era pressionar o Irão a acelerar negociações de paz, segundo a Administração de Washington.
No terreno, o Kuwait informou o encerramento temporário do espaço aéreo após o lançamento dos mísseis. A embaixada norte-americana na Jordânia pediu aos cidadãos que procurem abrigo e permaneçam em locais protegidos, diante de relatos de possíveis drones e foguetes no espaço aéreo jordaniano.
A Guarda Revolucionária do Irão afirmou ter destruído instalações e vários jactos de combate na Jordânia. Ao todo, foram lançados 12 mísseis balísticos, com foco nas aeronaves F-35, F-15 e F-16 do Exército dos EUA, segundo as fontes iranianas.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, emitiu uma nota criticando os ataques mútuos, num contexto de cessar-fogo ainda incompleto entre as duas nações. As autoridades internacionais alertam para o agravamento da instabilidade regional e a necessidade de soluções pacíficas.
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