- O Tribunal da Relação do Porto absolveu Fernando Valente, principal suspeito do desaparecimento da grávida de Murtosa, libertando-o definitivamente.
- A decisão determina a rejeição de todas as acusações que pesavam sobre Valente no processo.
- A família de Mónica Silva reagiu ao veredito com choque frente à absolvição.
- Rui Pereira sustenta que, segundo o Direito português, a mulher estaria viva, uma leitura que acompanha a explicação da absolvição.
- O caso envolve o desaparecimento da grávida de Murtosa, cuja identidade é associada a Mónica Silva, e o julgamento encerra com a libertação do suspeito.
O Tribunal da Relação do Porto confirmou a absolvição de Fernando Valente, principal suspeito do desaparecimento da grávida de Murtosa. A decisão torna o arguido definitivamente livre dos crimes de que estava acusado, de acordo com a informação recolhida pela unidade de redação.
A família de Mónica Silva reagiu de forma de choque à decisão, defendendo que a absolvição não altera a busca pela verdade nem o sofrimento vivido., segundo fontes próximas do caso. A decisão chega num momento em que o processo já contemplava vários recursos.
O veredicto foi proferido no âmbito de um recurso, com o tribunal a entender não haver provas suficientes para sustentar a condenação nos crimes a que Valente estava acusado. O desfecho mantém o réu fora de prisão e encerra, por agora, a fase penal desse conjunto de acusações.
Desfecho do caso
As informações confirmadas indicam que Valente fica livre de acusações substanciais relacionadas com o desaparecimento da grávida de Murtosa. A família da mulher desaparecida mantém o foco na busca de respostas e na avaliação de eventuais novas vias legais ou de investigação que possam ocorrer.
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