- O crédito à habitação ficou mais caro e mais difícil de obter, com as prestações a subir para empréstimos indexados à Euribor.
- As subidas também já atingem os swaps de taxas de juro, usados como referência para as taxas mistas.
- O primeiro impacto sentiu-se no aumento do custo para encher o depósito do carro, seguindo-se alguns produtos e serviços, e agora no crédito imobiliário.
- O conflito no Médio Oriente está a refletir-se na carteira dos portugueses, em várias frentes.
- O cenário pode agravar-se ou não, dependendo dos próximos passos entre os Estados Unidos e o Irão para um acordo de paz.
O crédito à habitação tornou-se mais caro e mais difícil de obter em Portugal. As subidas das prestações já se fazem sentir para quem tem empréstimos indexados à Euribor e para quem planeia pedir crédito no futuro.
Os swaps de taxas de juro, referência para os empréstimos com taxas mistas, também seguiram o movimento de subida. Este conjunto de fatores eleva o custo total dos financiamentos de habitação.
O primeiro reflexo verificou-se ao reforço de depósitos, seguido de aumentos dispersos em produtos e serviços. Agora, o custo do crédito, em particular da habitação, está a subir, com impacto direto no consumo.
Contexto geopolítico
O conflito no Médio Oriente está a influenciar a carteira de portugueses. A incerteza poderá renforçar-se ou abrandar, consoante os passos dos Estados Unidos e do Irão para alcançar um acordo de paz.
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