- Fernando Valente foi absolvido pela segunda vez nesta quinta-feira, no caso do desaparecimento de Mónica Silva em 2023.
- A família de Mónica Silva reage de forma insatisfeita e o advogado da defesa dos assistentes critica a investigação da Polícia Judiciária.
- O advogado António Falé de Carvalho afirmou que os indícios não foram validados por prova suficiente e que a investigação justificava perguntas, não uma condenação.
- Segundo o profissional, houve erros na investigação e a acusação foi precipitada, com vários pontos por explorar.
- O caso permanece relacionado com o desaparecimento de Mónica Silva, a grávida da Murtosa.
Fernando Valente foi absolvido pela segunda vez, numa decisão que envolve o caso do desaparecimento de Mónica Silva, grávida da Murtosa, em 2023. A decisão foi comunicada nesta quinta-feira, mantendo o foco na investigação realizada pela Polícia Judiciária (PJ).
O advogado da família, António Falé de Carvalho, criticou a linha de investigação, referindo que os indícios não chegaram a prova suficiente para uma condenação. Segundo ele, a investigação levantou perguntas mas não permitiu consolidar a prova necessária.
Falé de Carvalho insiste que a defesa apontou fragilidades no processo, destacando que a acusação foi baseada em indícios frágeis e que há pontos não explorados durante o julgamento que poderiam ter sido averiguados.
A família de Mónica Silva permanece sem respostas relativamente ao paradeiro da grávida, desaparecida desde 2023, e o veredito reforça a necessidade de uma análise detalhada de toda a trajetória investigativa, segundo o causídico.
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