- O artista Wyland processa a FIFA em 25 milhões de dólares, alegando destruição do mural Whaling Wall n.º 82, em Dallas, durante o Mundial de 2026.
- O mural, com 1.580 metros quadrados, estendia-se em duas paredes de um edifício gerido pela Slate Asset Management e era uma das obras do projeto Whaling Walls.
- A FIFA não confirmou qualquer envolvimento e remeteu para o comité organizador local; este afirmou que o espaço será usado para uma nova instalação artística ligada ao Mundial.
- A Slate Asset Management diz que os organizadores locais pediram, em março, a cedência do espaço para a nova instalação pública e que não recebe compensação pela parede.
- Wyland alega violação da Visual Artists Rights Act de 1990, que protege obras de graça valor, afirmando que a intervenção ocorreu sem o seu consentimento ou notificação. A ação foi movida no tribunal Distrital dos EUA em Dallas.
Concluído em 1999, o mural Whaling Wall 82 fazia parte de uma série dedicada à vida marinha, criados por Wyland entre 1981 e 2008. O projeto Whaling Walls é uma das maiores intervenções de arte pública já realizadas.
Wyland acusa a FIFA de ter destruído o mural nº 82, que ficava numa fachada de um edifício gerido pela Slate Asset Management em Dallas, Texas. O mural abrangia cerca de 1.580 metros quadrados em duas paredes.
Segundo o artista, a intervenção ocorreu no mês passado, quando a nova tinta começou a cobrir a fachada. A destruição gerou indignação entre moradores da área, que observam a remoção da obra de Wyland.
A FIFA informou, através de um porta-voz, que não teve envolvimento no caso e remeteu para o comité organizador local do Mundial. O Comité Organizador do Norte do Texas recusou comentar.
A Slate Asset Management declara que os organizadores locais do Mundial pediram, em março, a cedência do espaço para uma nova instalação artística pública. A empresa assegura não receber compensação pela parede e afirma que Wyland já tinha sido informado da situação.
A ação, apresentada no Tribunal Distrital dos EUA em Dallas, alega violação da Visual Artists Rights Act (1990), que protege obras de arte de valor reconhecido, mesmo que pertençam a terceiros. Wyland exige 25 milhões de dólares de indemnização.
Os organizadores locais do Mundial dizem que a nova obra deverá refletir o momento histórico atual e o espírito global do Mundial de 2026, mantendo parte do mural original. A AP reporta que a FIFA não se considera parte do processo.
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