- O grupo criou páginas falsas de instituições como a Caixa Geral de Depósitos e o Novo Banco, para se fazer passar por bancários.
- A tática baseava-se em mensagens SMS falsas, com o objetivo de burlarem pessoas e renderem cerca de 1 milhão de euros.
- A operação desenrolou-se a partir de uma vivenda em Vila Nova de Gaia, sem levantar grandes suspeitas.
- Vítor, aos 25 anos, criou uma rede criminosa familiar dedicada às burlas online; há 18 réus no total.
- Entre os arguidos estão a companheira, o irmão, os pais, a avó e uma prima.
O grupo burlou clientes através de mensagens de texto falsas que simulavam contactos de instituições bancárias, entre as quais a Caixa Geral de Depósitos e o Novo Banco. Em conjunto, conseguiram levantar aproximadamente um milhão de euros, usando páginas falsas de entidades financeiras e identificando-se como funcionários dos bancos.
A operação decorreu entre 2022 e 2024 a partir de uma habitação em Vila Nova de Gaia, sem levantar grandes suspeitas iniciais. Vítor, hoje com 25 anos, liderou uma rede criminosa de âmbito familiar dedicada a burlas online. No processo estão igualmente 18 arguidos, incluindo a companheira de Vítor, o irmão, os pais, a avó e uma prima.
Envolvidos e enquadramento do caso
Segundo a acusação, o conjunto de burlas teve como alvo clientes reais que receberam SMS e comunicações fraudulentas, com o objetivo de obter dados sensíveis ou induzir transferências. O caso encontra-se em fase de julgamento, com a leitura de peças processuais e a apresentação de provas por parte do Ministério Público e da defesa, mantendo-se o segredo de justiça em alguns aspetos.
Entre na conversa da comunidade