- Virgílio Castelo lança o livro Consumo Obrigatório, uma obra de 254 páginas que funciona como contos, mas de leitura semelhante a um romance, centrada na vida nocturna lisboeta.
- O livro recorre a cenários de discotecas, bares e boîte, explorando memórias de uma geração que viveu as noites de Lisboa, com a narrativa em primeira pessoa.
- Nem todas as histórias são autobiográficas; o autor admite que parte é ficção ou baseada em relatos de outras pessoas, transformados em memórias de boîte.
- Uma história é autobiográfica na vida real: um episódio de pancadaria no Bubas Bar deixou-lhe uma cicatriz no olho; outras situações são ficções inspiradas em memórias ou relatos ouvidos.
- O autor estará na Feira do Livro de Lisboa, a 13 de junho, às 16h00, no Pavilhão B29, para autografos.
Virgílio Castelo lança Consumo Obrigatório, livro de contos que se lê como romance. A obra mergulha na vida nocturna lisboeta, em discotecas, bares e danceterias, explorando memórias de uma geração que viveu intensamente as noites.
O autor descreve o projeto como um livro de memórias de boîtes, mais ou menos autobiográficas, embora inclua ficção. Partiu de relatos que ouviu ao longo dos anos e decidiu colocar os episódios na primeira pessoa, usando o seu próprio percurso artístico como referência.
A publicação, pela editora Guerra & Paz, tem 254 páginas e mistura episódios verídicos, lembranças de palco e ficção. O objetivo é retratar a noite lisboeta sem perder a verossimilhança nem a memória coletiva.
Autoria, memória e personagens
Castelo afirma que nem tudo é autobiográfico, embora haja pormenores verdadeiros em várias histórias. Algumas situações foram descrevidas a partir de relatos de colegas e amigos, transformadas em memória literária.
O livro revela ainda a sua visão de ator, o treino de observação e a forma de aproximar o leitor pela cadência narrativa e humor. Há episódios de pancadarias reais, com o autor a confirmar uma ocorrência concreta em Bubas Bar.
Publicação e recomendação ao público
O autor não revelou a intenção de publicar memórias apenas, mantendo o equilíbrio entre memória e ficção. O texto final foi apresentado a Alexandra Lencastre para aprovação de conteúdos sensíveis.
Castelo participa na Feira do Livro de Lisboa, em junho, para sessão de autógrafos no Pavilhão B29, às 16h do dia 13. O público pode encontrar o autor em sessões de promoção pelo país.
Entre na conversa da comunidade