- Novo documentário de Patrick Savey, “Miles – Reinventando o som e o silêncio” (2026), analisa a vida e a obra de Miles Davis.
- O filme utiliza materiais inéditos e testemunhos de colaboradores próximos, como Herbie Hancock, Sonny Rollins, Chick Corea, Carlos Santana, Bill Evans e George Duke.
- Destaca Miles Davis como uma figura destemida, que inovou e influenciou várias fases do jazz e cruzou géneros como clássico, pop, rock, funk e hip hop.
- O foco é o período entre Birth of the Cool (1957) e Tutu (1986, 1980s), incluindo uma entrevista de 1990 em que o músico se mostra perspicaz sobre o futuro.
- Miles Davis morreu a 28 de setembro de 1991, aos 65 anos, e o documentário oferece um olhar intimista sobre a sua carreira.
Miles Davis volta a ser colocado sob os holofotes com um novo documentário. Patrick Savey apresenta Miles – Reinventando o som e o silêncio, a estreia em 2026. A obra faz um olhar íntimo sobre a vida e a obra do trompetista norte-americano.
O filme utiliza materiais inéditos e novos testemunhos para explorar a trajetória de Miles Davis, considerado pela Rolling Stone como o maior trompetista de sempre e uma das figuras mais influentes do século XX.
Entre os depoimentos que aparecem, destacam-se figuras próximas da carreira de Davis, incluindo Herbie Hancock, Sonny Rollins, Chick Corea, Carlos Santana, Bill Evans e George Duke. Reunem-se relatos sobre uma liderança que impulsionou a inovação.
Ao longo da narrativa, o documentário enfatiza a constante reinvenção do músico, que transitou por estilos como bebop, cool jazz, hard bop, third stream e fusões, além de explorar incursões em clássica, pop, rock, funk e hip hop.
A linha temporal focal do filme abrange o período entre Birth of the Cool, de 1957, e Tutu, de 1986, cobrindo três décadas de experimentação. Inclui ainda uma entrevista de 1990 com Davis, realizada pouco antes da sua morte.
Miles
Patrick Savey
2026, disponível em RTP Play
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