- O Ministério Público está a investigar denúncias de poluição no rio Corgo, comunicadas após ocorrências registadas pela GNR e pela Inspeção-Geral da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território (IGAMAOT).
- A IGAMAOT confirmou ter recebido duas denúncias de poluição no rio Corgo.
- A primeira denúncia, de 2023, aponta descargas de águas residuais alegadamente provenientes de uma Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) e de atividade extrativa, na zona de Tourencinho, Vila Pouca de Aguiar.
- A segunda denúncia, de dezembro de 2024, reporta alegadas descargas de águas residuais da mesma ETAR.
Justiça investiga denúncias de poluição no rio Corgo
Denúncias de descargas poluentes no rio Corgo foram encaminhadas ao Ministério Público. A GNR e a Inspeção-Geral da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território (IGAMAOT) estão envolvidas no caso.
A IGAMAOT confirmou ter recebido duas queixas formais sobre poluição no Corgo. A primeira, em 2023, referia descargas de águas residuais possivelmente provenientes de uma ETAR e de atividade extrativa, na área de Tourencinho, Vila Pouca de Aguiar. A segunda, em dezembro de 2024, reportava descargas da mesma ETAR.
Investigação em curso
As autoridades mediadoras, GNR e IGAMAOT, aguardam averiguações complementares para apurar as causas e responsabilidades. O foco está na origem das descargas e nos impactos ambientais no leito do rio. O acompanhamento continua sob a alçada do Ministério Público.
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