- O Município de Braga abriu uma ação no Tribunal Administrativo do Porto contra sete empresas do consórcio que organizou a construção do estádio para o Euro 2004, exigindo que assumam os custos da reparação de 23 ancoragens da bancada poente e da cobertura.
- A autarquia não apresentou valores oficiais, mas uma fonte do setor indicou ao Jornal de Notícias que as obras podem custar cerca de 20 milhões de euros.
- O antigo consórcio, designado ASSOC, contestou, dizendo que não faz sentido o processo ser lançado agora.
- A Câmara de Braga, na altura chefiada por Ricardo Rio, abriu um concurso para a reparação das ancoragens no valor de 300 mil euros, obras executadas pela construtora DST, sem terem sido reportadas mais anomalias.
O Município de Braga Moveu uma ação no Tribunal Administrativo do Porto contra sete empresas do consórcio que construiu o estádio para o Euro 2004. O objetivo é que as empresas assegurem os custos da reparação de 23 ancoragens da bancada poente e da cobertura. A autarquia não divulgou o montante oficial.
Segundo uma fonte do setor, as obras podem custar cerca de 20 milhões de euros. O valor refere-se às reparações das ancoragens que suportam a estrutura da bancada e da cobertura do estádio.
A defesa do antigo consórcio ASSOC, que reunia Soares da Costa e associados, argumenta que a ação é extemporânea. A Câmara de Braga terá aberto um concurso para as reparações, no valor de 300 mil euros, adjudicado à DST, e não reportou outras anomalias.
Entre na conversa da comunidade