- O Ministério Público contesta a absolvição de Rui Pinto e defende a separação de processos para evitar um megaprocesso.
- O recurso foi apresentado ao Tribunal da Relação de Lisboa e tem data de 1 de Junho.
- Procuradores Vera Camacho e André Ribeiro da Silva criticam o acórdão, dizendo que está desfasado da realidade.
- Rui Pinto foi absolvido de 241 crimes, mas o MP mantém a sua posição sobre a necessidade da separação de processo.
- O MP também critica a lentidão da investigação da Polícia Judiciária (PJ).
O Ministério Público apresentou recurso da absolvição de Rui Pinto, defendendo a separação de processos para evitar a construção de um megaprocesso. O recurso, com data de 1 de Junho, foi dirigido ao Tribunal da Relação de Lisboa.
Os procuradores Vera Camacho e André Ribeiro da Silva contestam o acórdão, considerando-o desfasado da realidade. Em documentos a que o PÚBLICO teve acesso, afirmam que a separação de processos foi fundamental, necessária e proporcional.
Além disso, o MP aponta críticas à investigação da Polícia Judiciária, referindo lentidão no inquérito. Os argumentos visam sustentar o recurso e sustentar a estratégia processual adotada.
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