- O Departamento de Estado dos EUA reduzirá de cerca de 50 para 20 os centros consulares em África autorizados a tratar pedidos de visto, nas próximas semanas.
- A medida faz parte do esforço da administração de restringir vistos de imigração e temporários, visando limitar a imigração e entradas de curta duração.
- A decisão foi aprovada numa directiva do secretário de Estado, Marco Rubio, e comunicada a diplomatas numa conferência telefónica.
- Não há data exata, mas a medida deverá entrar em vigor já em junho; quem não estiver num centro autorizado terá de viajar para um dos 20 postos.
- As secções consulares sem centro manterão serviços limitados, fornecendo apoio a cidadãos norte-americanos em renovações de passaporte, pedidos de emergência e vistos diplomáticos.
O Departamento de Estado dos EUA vai reduzir drasticamente o número de embaixadas e consulados em África autorizados a tratar vistos, passando de cerca de 50 para 20 postos. A medida insere-se numa linha de fortificação de regras de vistos.
Segundo relatos, a decisão foi aprovada na semana passada por um responsável do governo. A Associated Press cita uma conferência telefónica em que diplomatas foram informados do plano. A redução será implementada nas próximas semanas.
Ainda não há data definida, mas a mudança deverá vigorar já neste mês de junho. A medida afeta pedidos de visto de imigração e de vistos temporários, com o objetivo de limitar a imigração de curta duração.
Os 20 centros autorizados concentrarão as funções consulares em África. Países sem centro consular manterão serviços abertos, porém muito limitados, conforme as informações.
Quem não estiver num dos 20 centros terá de viajar até um posto autorizado para apresentar o pedido. Os serviços em outras áreas da região ficarão mais restritos, com exceções para renovação de passaporte e casos emergenciais.
À medida que avança, as secções consulares em países sem centro permanecerão ativas, mas com limitações. Continuarão a apoiar cidadãos norte-americanos e vistos diplomáticos, sob regras específicas.
Desde a tomada de posse, a administração tem promovido cortes e ajustes em embaixadas e consulados globalmente, como parte da política migratória em foco.
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