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Augusta Labs, startup portuguesa, visa melhorar grandes empresas com IA

Augusta Labs fecha ronda de investimento de 50 milhões de euros e prepara expansão internacional para os Estados Unidos e Londres, com foco no setor de private equity

João Cerejeira e Rodrigo Fernandes fundaram a Augusta Labs em 2024, mas a *startup* já foi avaliada em 50 milhões de euros
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  • Augusta Labs é uma lab de inteligência artificial aplicada, criada por dois jovens portugueses, com base em Lisboa, e formada há dois anos.
  • A empresa fechou a primeira ronda de investimento, avaliando a startup em cinquenta milhões de euros, liderada por fundos internacionais e investidores de peso.
  • A equipa já conta com mais de quarenta colaboradores, mantendo foco em contratações que vão além de perfis tradicionais.
  • O objetivo é transformar grandes organizações de forma end-to-end, trabalhando de perto com a direção executiva para redesenhar operações com tecnologia avançada.
  • Com o financiamento, a Augusta Labs aponta internacionalização para os Estados Unidos e Londres, com especial incidência no setor de private equity, mantendo a base em Portugal.

Augusta Labs é uma startup portuguesa que se apresenta como laboratório de IA aplicada, criada por dois jovens do Porto. A empresa fechou a sua primeira ronda de investimento, com capital de risco internacional, para acelerar o crescimento em Portugal e no estrangeiro.

Os fundadores, Rodrigo Fernandes e João Cerejeira, deixaram empregos estáveis aos 23 anos para lançar o projeto. Em janeiro de 2024, mudaram-se para Lisboa, com uma ambição clara: impedir a fuga de talentos para o exterior e transformar o mundo corporativo a partir de Portugal.

A Augusta Labs afirma crescer de forma acelerada, com mais de 40 colaboradores e uma avaliação de 50 milhões de euros. O financiamento envolve fundos internacionais e investidores de referência, incluindo executivos de grandes empresas tecnológicas portuguesas.

Os principais investidores incluem Virgílio Bento, ex-Sword Health, Diogo Mónica, Paulo Rosado e Nuno Sebastião, entre outros. Para os sócios, ter Virgílio Bento como investidor é particularmente significativo para entender o impulso de crescimento sem perder a velocidade de uma startup.

O que faz a Augusta Labs? Define-se como um laboratório de IA aplicada. Em vez de vender apenas software, a equipa trabalha em transformação end-to-end dentro das organizações, desde a c-suite até à implementação de soluções de IA.

A empresa procura redesenhar operações de grandes empresas, incluindo bancos, fundos de investimento e entidades governamentais. O objetivo é reduzir prazos nas decisões e aumentar a eficiência, com soluções que substituam processos manuais por automação orientada por dados.

O foco de recrutamento mira em pessoas com experiência prática em campo, nem sempre com diplomas comuns. Os fundadores defendem a contratação de quem sabe resolver problemas reais, independentemente de certificados ou currículos perfeitos.

Com o investimento de 50 milhões de euros, a Augusta Labs planeia expandir internacionalmente. A aposta prioritária é o mercado dos Estados Unidos e de Londres, com o setor de private equity a figurar como alvo principal, devido ao desempenho verificado das soluções da empresa. A estratégia mantém Portugal como base operacional para a equipa e o desenvolvimento tecnológico.

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