- Bárbara Bulhosa, editora da Tinta-da-china, é a convidada do podcast O que fazer quando tudo arde durante a Feira do Livro de Lisboa.
- A jornalista afirma que o futuro do livro não vai desaparecer, mas pode voltar a ser, no passado, um produto de elites.
- A Tinta-da-china está a comemorar vinte anos, é uma editora independente que vive exclusivamente da venda de livros e não faz cedências ao mercado.
- O episódio faz parte de uma série que reúne outras personalidades, com episódios disponíveis em várias plataformas.
- O programa pode ser ouvido na Apple Podcasts, Spotify e YouTube, entre outras aplicações para podcasts.
Em plena Feira do Livro de Lisboa, Bárbara Bulhosa, editora da Tinta-da-china, participou no podcast O que fazer quando tudo arde para falar sobre o futuro do livro. O tema central foi a leitura num contexto de mercado em mudança.
Bulhosa sustenta que o livro não vai desaparecer, mas pode voltar a ser um produto dominante de elites, como aconteceu no passado, se não houver políticas de promoção e acesso mais equilibradas. A editora mantém foco na independência editorial.
A Tinta-da-china celebra 20 anos de atividade, usa um modelo exclusivamente baseado na venda de livros e afirma não ceder às pressões do mercado. Bulhosa reforça a posição de independência da editora diante de tendências comerciais.
O episódio está disponível em várias plataformas: Apple Podcasts, Spotify e YouTube, entre outras. A entrevista faz parte de uma série que inclui também outros convidados, com conteúdos que abordam temas sociais, políticos e culturais.
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