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Detidos da Operação Imergente libertados pelo tribunal

Detidos na Operação Imergente são libertados pelo tribunal, com termo de identidade e residência e proibição de entrar em autarquias, enquanto se investigam adjudicações de quase dois milhões de euros

Tribunal Central de Instrução Criminal de Lisboa
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  • Os quatro detidos na Operação Imergente foram libertados pelo Tribunal Central de Instrução Criminal, em Lisboa, nesta sexta-feira.
  • Ficaram proibidos de entrar em instalações de qualquer órgão autárquico e com termo de identidade e residência.
  • O grupo inclui Duarte Moral, Rute Reimão, Rui Pedro Nascimento e Emílio Vázquez Blanco; por viverem juntos, Duarte Moral e a mulher não precisam cumprir a última medida de coação.
  • Os detidos ficam também proibidos de contactar outros arguidos do processo.
  • A investigação aponta para possíveis influências partidárias em autarquias para favorecer a contratação de militantes socialistas, com adjudicações que totalizam quase dois milhões de euros e indícios de faturas recebidas indevidamente por dois suspeitos.

Os quatro detidos da Operação Imergente foram libertados pelo Tribunal Central de Instrução Criminal, em Lisboa, nesta sexta-feira. Ficaram proibidos de entrar em instalações de qualquer órgão autárquico.

Duarte Moral, assessor do PS, a sua mulher, Rute Reimão, o ex-presidente do PS de Oeiras, Rui Pedro Nascimento, e o antigo porta-voz do PSOE da Galiza, Emílio Vázquez Blanco, ficaram com termo de identidade e residência e proibidos de contactar outros arguidos do processo. Por viverem juntos, Duarte Moral e a mulher não terão de cumprir a última medida.

Investigação em curso

As autoridades investigam alegadas influências partidárias em autarquias para assegurar a contratação de empresas de militantes socialistas. O Ministério Público verifica aduítulos de adjudicações por autarquias, cujo valor global se aproxima de dois milhões de euros, bem como a emissão de faturas para recebimento indevido, por dois suspeitos, de verbas de partido.

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