- As criptomoedas estáveis estão a criar interligações com o mundo financeiro tradicional, ainda que a banca europeia e a portuguesa tenham presença tímida nas stablecoins.
- O Banco de Portugal alerta que existem riscos que merecem atenção no desenvolvimento deste universo.
- Uma das possibilidades discutidas é que este tipo de produto possa vir a substituir depósitos bancários.
- A análise enfatiza as diferenças entre o uso de stablecoins no euro e no dólar, com o euro a mostrar adoção mais limitada.
- O Banco de Portugal afirma que é preciso observar ativamente as implicações para o sistema financeiro e a proteção dos consumidores.
As criptomoedas estáveis estão a criar interligações com o sistema financeiro tradicional, mesmo com uma presença ainda reduzida no eurosucção. A relação entre estas moedas e as instituições financeiras permanece incipiente, mas crescente, suscitando atenção entre reguladores.
Bancos europeus e portugueses registam um envolvimento tímido neste segmento, enquanto o euro cresce a ritmo mais lento face ao dólar. Esta concisão no contacto não impede, no entanto, que as stablecoins sejam objeto de escrutínio por parte das autoridades.
Banco de Portugal aponta riscos associados a estas interligações, incluindo potenciais impactos sobre a estabilidade financeira. A autoridade reforça a necessidade de monitorização para prevenir efeitos indesejados no sistema bancário.
Riscos e perspetivas regulatórias
O banco central observa que, em cenários de maior adoção, as stablecoins podem influenciar fluxos de depósitos e de crédito. A supervisão pode exigir salvaguardas adicionais para evitar desequilíbrios entre ativos digitais e ativos tradicionais.
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