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Assistente de Matthew Perry condenado a três anos e cinco meses de prisão

Assistente pessoal de Matthew Perry condenado a 41 meses de prisão federal por ter injetado cetamina, incluindo a dose fatal, e colaborar com a acusação contra cúmplices na morte do ator

Antes de morrer, aos 54 anos, Matthew Perry tinha admitido décadas de abuso de substâncias
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  • Kenneth Iwamasa, assistente pessoal de Matthew Perry, foi condenado a 41 meses de prisão federal por ter injectado cetamina em Perry, incluindo a dose fatal, durante outubro de 2023.
  • Iwamasa admitiu ter injectado repetidamente cetamina a pedido do ator e, ao regressar à casa, Perry já estaria morto; o acordo legal inclui colaboração com a acusação.
  • A sentença também prevê dois anos de liberdade condicional e uma multa de 10 mil dólares, conforme o acordo, com o objetivo de fornecer provas contra outros arguidos.
  • O médico legista concluiu que a morte de Perry resultou dos efeitos agudos da cetamina, combinados com outros fatores que levaram à perda de consciência e afogamento.
  • O caso já tinha levado a condenações anteriores de dois médicos, um traficante e um intermediário, com destaque para Jasveen Sangha, apelidada de Rainha da Cetamina, com pena de 15 anos de prisão.

Kenneth Iwamasa, assistente pessoal de Matthew Perry, foi condenado a 41 meses de prisão federal por ter injectado cetamina em Perry, incluindo a dose fatal, e por colaborar com a acusação. Perry foi encontrado sem vida numa banheira de hidromassagem em Los Angeles, em outubro de 2023. A sentença foi proferida pela juíza Sherilyn Garnett.

O caso envolve a gestão de Perry e o uso da cetamina para tratamento de convulsões agravadas por abuso de substâncias. Iwamasa admitiu ter injetado repetidas vezes cetamina em Perry, sem formação médica, como parte de um acordo judicial que também o obriga a apresentar provas contra outros arguidos. A pena inclui dois anos de liberdade condicional e uma multa de 10 mil dólares.

Contexto do veredito e desdobramentos

O Ministério Público descreveu Iwamasa como facilitador e fornecedor da droga. O padrasto de Perry, Keith Morrison, apontou falhas na alerta sobre o vício da estrela, responsabilizando o assistente. A autópsia revelou que a morte resultou dos efeitos agudos da cetamina, em combinação com outros fatores. Dois médicos, um traficante e um intermediário já haviam sido condenados no mesmo caso, incluindo uma figura apelidada de Rainha da Cetamina, com pena de 15 anos.

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