- A Feira do Livro de Lisboa abriu sob calor intenso, com muitos visitantes a procurar sombras e refrescos, e houve relatos de mal-estar, incluindo uma pessoa que necessitou de assistência médica.
- À hora de abertura estavam montados 350 pavilhões, limite que a feira mantém desde 2024, com visitantes a percorrerem a alameda do Parque Eduardo VII sob um sol forte.
- Os visitantes procuram novidades e promoções, enquanto as esplanadas à sombra se enchem e se veem pessoas com leques, chapéus, óculos de sol e água na mão.
- Registaram-se episódios no dia, como uma pessoa que recebeu cadeira e sombra para aguardar na fila, e um jovem que quase desmaiou, com enfermeiros chamados para a assistência.
- Destaques da edição incluem a chancela Penguin, com mais de uma centena de autores, homenagem a Valter Hugo Mãe pela Porto Editora e expectativas de crescimento da feira, com leitura em Portugal a ganhar interesse.
A Feira do Livro de Lisboa abriu sob temperaturas altas, com visitantes a buscar sombra e água para enfrentar o calor. Ao meio-dia, 350 pavilhões estavam montados no Parque Eduardo VII, o limite fixado desde 2024.
A afluência, ainda precoce, gerou algumas solicitações de assistência médica e filas aguçadas por problemas técnicos no sistema de pagamento de uma editora. Ainda assim, a edição manteve o ritmo habitual de circulação.
Muitos visaram os descontos e as novidades, passeando entre estandes, utilizando leques, chapéus e bebidas frias para enfrentar o sol intenso. A organização reforçou pontos de água e áreas de sombra para o público.
Ação e assistência no recinto
Várias pessoas foram assistidas por equipas de apoio, incluindo uma senhora que recebeu cadeira e sombra. Um jovem chegou a quase desmaiar junto a stands de uma editora, sendo intervindo pela equipa médica da feira.
A fila para pagamento da Penguin Random House ficou paralisada por um curto período devido a um problema técnico, que foi resolvido com os funcionários distribuindo leques às pessoas à espera.
Colaboradores da Penguin acompanharam de perto os visitantes em espera, facilitando o conforto com água e ventilação. Outro visitante relatou que aproveitou para ler a lista de novidades entre as paradas do sol.
Programação, parcerias e perspetivas
Clara Capitão, diretora editorial da Penguin, destacou o crescimento da feira e a estreia da chancela Penguin, com mais de 50 novidades previstas e foco em ficção e não ficção. A edição inclui conversas entre autores nacionais e internacionais.
A Porto Editora, com cerca de 30 pavilhões, anunciou uma homenagem a Valter Hugo Mãe, com encontros e sessões de autógrafos no último fim de semana, coincidindo com o lançamento de um novo livro.
A organização revelou perspetivas otimistas para a feira, apontando dados de leitura e barómetro que indicam aumento do interesse dos portugueses pela leitura, sustentando o objetivo de crescimento.
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