- O Presidente da República defendeu a leitura como um pilar de uma sociedade democrática e informada, e como ferramenta contra a obediência a algoritmos.
- Falou na inauguração da 96.ª edição da Feira do Livro de Lisboa, no Parque Eduardo VII.
- O chefe de Estado efetuou uma doação de livros à feira.
- Em conversa com o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, ficou combinada a sua visita de regresso no dia 12 de junho, antes do desfile das marchas populares.
- A intenção é visitar a feira com tempo no dia acordado.
O Presidente da República destacou a leitura como pilar de uma sociedade democrática e informada, e como ferramenta de resistência à suposta “obediência a algoritmos”. O espaço foi a inauguração da 96.ª Feira do Livro de Lisboa, no Parque Eduardo VII.
Durante o evento, o chefe de Estado efetuou uma doação de livros, reforçando a mensagem sobre a importância da literacia para o funcionamento cívico e crítico da sociedade.
Na sua deslocação, conversou com o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, e ficou combinado que o Presidente regresará no dia 12 de junho, antes do desfile das marchas populares, para visitar a feira com mais tempo.
A iniciativa ocorre numa altura em que a leitura é apresentada como instrumento de educação cívica e de proteção contra a influência desajustada de algoritmos no dia a dia.
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