- Ativistas em Guiné-Bissau falam numa acalmia atual após o golpe de seis meses atrás.
- Reclamam a falta de diálogo político entre as autoridades e os diferentes atores relevantes.
- Exigem a abertura de um espaço de negociação para resolver a crise e restaurar a normalidade institucional.
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Guiné-Bissau: Ativistas, em tom de acalmia, exigem diálogo seis meses após o golpe
Ativistas em Guiné-Bissau descrevem a atual fase como de acalmia, mas apelam a um diálogo abrangente para restaurar a ordem constitucional. A posição é expressa mesmo com o tempo decorrido desde o golpe de Estado que houve há meio ano no país.
O grupo de ativistas afirma que a calma social não deve legitimar a interrupção do processo político nem atrasar negociações que tragam eleições e regras estáveis. Eles pedem uma mediação clara por parte de órgãos internacionais e da comunidade regional, para assegurar condições democráticas.
Segundo os relatos, os ativistas continuam disponíveis para participar em conversações com as autoridades relevantes, desde que o objetivo seja formar um caminho acordado para a normalização institucional. O apelo chega num momento em que o país aguarda sinais de abertura política e de garantias de direitos civis.
A posição é apresentada num contexto de pressão internacional por retorno a mecanismos constitucionais e eleições justas. A exigência central é a implementação de um diálogo inclusivo que envolva grupos da sociedade civil, com foco na estabilidade de curto e médio prazo.
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