- O hospital Charité, em Berlim, confirmou que um médico norte-americano de 39 anos infetado com Ébola está isolado, assim como a sua família.
- O grupo foi retirado da República Democrática do Congo para a Alemanha em 20 de maio e permanece em isolamento na unidade de infeciologia.
- A Charité informou que o paciente está muito debilitado, mas clinicamente estável e não necessita de cuidados intensivos no momento.
- O vírus detectado é o Bundibugyo, confirmado por PCR; a mulher e os quatro filhos são contactos de alto risco e continuam isolados.
- O cirurgião Peter Stafford, diretor do grupo missionário Serge, afirmou que operou um doente sem saber do surto; a família permanece separada por vidro, comunicando-se por intercomunicador.
O hospital Charité, em Berlim, informou o estado de saúde de um médico norte-americano de 39 anos infetado com Ébola e de membros da sua família. O grupo foi retirado da República Democrática do Congo para a Alemanha em 20 de maio e está em isolamento na instituição.
O hospital descreve o paciente como muito debilitado, porém clinicamente estável e fora de cuidados intensivos. O vírus, do tipo Bundibugyo, foi confirmado por teste PCR.
A mulher, Rebekah Stafford, e os quatro filhos são contactos de alto risco. Até ao momento não apresentam infecção, mas permanecem isolados em Berlim, separados do doente por vidro com comunicação por intercomunicador.
Estado do paciente e estrutura de isolamento
A Charité possui a maior unidade de isolamento da Alemanha, integrada com infecciologia e cuidados intensivos. A equipa médica monitora o estado do médico com vigilância constante e tratamento adequado, ajustando conforme evolção clínica.
Contexto e antecedentes do caso
Peter Stafford, cirurgião e diretor do grupo missionário Serge, afirmou que operou um doente com Ébola antes de detectar o surto. O médico natural da Virgínia vivia com a família desde 2023 em Nyankunde, no Congo. A família permanece em isolamento preventivo.
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