- Em Atenas, mais de mil manifestantes marcharam em direção à embaixada de Israel, com bandeiras palestinianas e cânticos a favor de Gaza, mantendo a concentração pacífica.
- Alguns participantes acenderam sinalizadores a partir de telhados junto à embaixada, enquanto polícias acomodavam-se com autocarros nas ruas próximas.
- A manifestação refletiu a indignação na Grécia com a flotilha e a detenção dos ativistas, com acusações de violência e detenções ilegais por parte das forças israelitas.
- No mesmo dia, cerca de quatrocentos e vinte e dois ativistas deportados por Israel chegaram à Turquia, segundo relatos.
- Países como Reino Unido, França e Portugal convocaram os enviados de Israel, numa leitura de preocupação com o tratamento dos ativistas; os organizadores destacaram ainda o protesto contra a cooperação grega com Israel no conflito em Gaza.
Mais de mil manifestantes voltaram a marchar em Atenas em direção à embaixada de Israel, com bandeiras palestinianas e cânticos a favor de Gaza. A polícia isolou a área com autocarros, mantendo a concentração pacífica apesar da indignação com o que ocorreu na flotilha.
Os participantes criticaram a forma como Israel interveio, alegando violência e detenção ilegal contra os ativistas durante a intercetção de navios em águas internacionais. Várias denúncias apontaram para detenções abusivas.
Na mesma altura, cerca de 422 ativistas deportados por Israel chegaram à Turquia, informou a imprensa local. O governo israelita chamou a flotilha de manobra de relações públicas, enquanto o primeiro-ministro defendeu a interceção.
Contexto internacional
A intervenção gerou reação diplomática: Reino Unido, França e Portugal convocaram enviados israelitas para esclarecer o tratamento aos ativistas. Organizador da manifestação em Atenas indicou que o protesto também serviu para exigir cooperação grega com Israel durante o conflito em Gaza.
A mobilização ateniense refletiu o debate europeu sobre o tema, com protestos frequentes desde 2023. Os organizadores sublinharam que a ação pretende manter o foco internacional na situação em Gaza e nas políticas de interceção.
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