- Dois homens foram detidos por violência doméstica, em Murça e em Vila Real, ficando proibidos de se aproximar das vítimas com controlo por pulseira eletrónica.
- Um dos detidos, de 42 anos, residente em Murça, é acusado de perseguição reiterada e ameaça, incluindo envio de mensagens de texto, com polícia a apreender um dispositivo de geolocalização (GPS) no veículo da vítima para monitorizar movimentos.
- O detido de 42 anos foi apresentado a tribunal e recebeu a proibição de contactos e de aproximação, a menos de 500 metros, com controlo por pulseira eletrónica.
- O segundo suspeito, de 59 anos, residente em Vila Real, é acusado de perseguição reiterada, intimidação e danos materiais, com medidas idóneas para afetar a tranquilidade da vítima, também proibido de se aproximar com controlo por pulseira eletrónica.
- A Polícia de Segurança Pública (PSP) frisou o compromisso no combate à violência doméstica, à proteção das vítimas e à responsabilização dos autores, alertando para a denúncia como dever cívico.
Dois homens foram detidos por violência doméstica em Murça e em Vila Real, em ações distintas. Ambos ficam proibidos de se aproximar das vítimas, com controlo por pulseira eletrónica. Um GPS apreendido indica monitorização dos movimentos.
A PSP de Vila Real indicou que um homem de 42 anos, residente em Murça, é acusado de perseguição reiterada e ameaça via mensagens de texto. Durante as diligências foi apreendido o dispositivo de geolocalização instalado no veículo da vítima.
O detido de 42 anos foi apresentado a tribunal, tendo recebido medidas de coação que o impedem de contactar e de aproximar-se da vítima a menos de 500 metros, com controlo através de pulseira eletrónica.
O outro suspeito, de 59 anos e residente em Vila Real, é investigado por perseguição reiterada, intimidação e atos de vandalismo contra a vítima, visando perturbar a tranquilidade. Também ficou proibido de se aproximar, com controlo por pulseira.
A PSP reiterou o compromisso no combate à violência doméstica, destacando a proteção das vítimas e a responsabilização dos autores. A instituição recorda que este crime é público e que a denúncia é um dever cívico.
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