- Governo português condena o tratamento dado aos ativistas da flotilha para Gaza detidos por Israel, considerando-o uma violação da dignidade humana.
- Ben Gvir, ministro da segurança nacional de Israel, publicou um vídeo em que os ativistas são amarrados e obrigados a ajoelhar-se.
- O Executivo diz que vai abordar o caso na reunião com o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel, exigindo libertação, protesto e esclarecimentos.
- O Presidente da República, António José Seguro, vai receber hoje os pais de dois médicos portugueses detidos, Beatriz Bartilotti e Gonçalo Reis Dias, após a interceptação das embarcações da flotilha humanitária.
- O episódio ocorreu no contexto da intervenção a uma flotilha que seguia para a Faixa de Gaza.
O Governo português condenou esta quarta-feira o tratamento considerado inaceitável aos ativistas da flotilha para Gaza detidos por Israel, após a divulgação de imagens de ativistas amarrados e forçados a ajoelhar-se, publicadas pelo ministro da Segurança Nacional de Israel, Ben Gvir, na rede X.
Em comunicado, Portugal classificou o comportamento como humilhante violação da dignidade humana e entendeu que o assunto não deve ficar sem resposta.
O Executivo detalhou que o tema será discutido na reunião marcada com o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel, reunindo objetivos de libertação, protesto e pedido de esclarecimento sobre a situação.
Desdobramentos
O Presidente da República, António José Seguro, vai receber hoje os pais de dois médicos portugueses detidos por Israel, Beatriz Bartilotti e Gonçalo Reis Dias, após a interceptação de embarcações da flotilha humanitária dirigida à Faixa de Gaza.
Portugal acompanha de perto o caso e já anunciou que seguirá a situação com as autoridades diplomáticas, buscando informações sobre as condições de detenção e eventual libertação.
A flotilha foi interceptada recentemente no acesso à Faixa de Gaza, colocando em evidência debates sobre o direito internacional humanitário e a proteção de cidadãos envolvidos em missões de ajuda.
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