- O Ministério Público acusou o ex-presidente do Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional, Jorge Alves, de infidelidade e abuso de confiança.
- A acusação sustenta que Alves usou o cartão de crédito do sindicato para despesas pessoais, com valor total pouco acima de 4.550 euros, incluindo roupa, peças automóveis e combustível.
- A investigação começou em 2021, após uma auditoria solicitada pela direção que o sucedeu, liderada por Carlos Sousa, que esteve à frente até junho de 2024.
- A auditoria indicou irregularidades no montante de 74.544,46 euros, destacando quatro transferências de 20.736 euros da conta do sindicato para uma conta pessoal de Alves, efetuadas em 16 de dezembro de 2020.
- O então tesoureiro do SNCGP, Ivo Lopes, também foi acusado pelos mesmos crimes, e, após a saída, Alves e Lopes passaram a liderar uma nova estrutura sindical, a ASPCGP.
O Ministério Público abriu processo contra Jorge Alves, ex-presidente do Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional SNCGP, por infidelidade e abuso de confiança. A acusação sustenta que utilizou o cartão de crédito do sindicato para gastos pessoais, gerando benefício próprio e prejuízo à instituição.
A investigação começou em 2021, após a auditoria encomendada pela direção seguinte ao mandato de 2017 a junho de 2020, liderada por Carlos Sousa. A auditoria aponta incongruências em despesas do ex-presidente.
Segundo o MP, as despesas incluem roupas, componentes automóveis e combustível, totalizando pouco mais de 4.5 mil euros. Contudo, o relatório realça quatro transferências de 20.736 euros da conta do sindicato para uma conta pessoal de Jorge Alves, realizadas em 16 de dezembro de 2020.
Ivo Lopes, então tesoureiro do SNCGP, também enfrenta acusações pelos mesmos crimes. Após deixar o sindicato, Alves e Lopes passaram a integrar a Associação Sindical dos Profissionais do Corpo da Guarda Prisional ASPCGP, que eles também passaram a liderar.
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