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Câmara de Santo Tirso demole fábrica; firma quer anular expropriação

Câmara de Santo Tirso inicia demolição da Fábrica do Malhado, enquanto a FXT tenta reverter a expropriação iniciada em 2022

Demolição da antiga fábrica representa para a câmara um custo de 150 mil euros
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  • A Câmara de Santo Tirso iniciou a demolição integral da antiga Fábrica do Malhado, localizada entre o leito do rio Ave e a Linha de Guimarães.
  • A fábrica está devoluta desde o final dos anos 1990, após a falência da tecelagem, e a autarquia avançou com a demolição na semana passada.
  • A FXT – Fabrico e Acabamento de Meias, que adquiriu a massa falida em 2007, pediu a reversão da expropriação iniciada em 2022.
  • O grupo alega que a Câmara tem 90 dias para responder ao requerimento, apresentado no dia 7, e enviou uma carta aberta ao presidente da câmara, Alberto Costa.
  • A FXT sustenta que, até ao termo do prazo legal, a Câmara não efetuou a aplicação material do imóvel para o fim que fundamentou a expropriação; o concurso público para a obra já tinha sido lançado pela autarquia em dezembro de 2025.

A Câmara de Santo Tirso iniciou a demolição integral da antiga Fábrica do Malhado, situada entre o leito do rio Ave e a Linha de Guimarães. O processo decorre na sequência de uma expropriação iniciada em 2022, alvo de contestação pelos proprietários. O concurso para a obra foi lançado pela autarquia em dezembro de 2025.

Os donos do imóvel são a FXT – Fabrico e Acabamento de Meias, que adquiriu a massa falida em 2007. O grupo apresentou um requerimento para reverter a expropriação, dirigido à Câmara no dia 7 deste mês. O gerente da FXT, José Carlos Barreira, afirmou que a autarquia tem 90 dias para responder.

Na carta aberta enviada à câmara, o responsável da FXT sustenta que, até ao termo do prazo legal, a Câmara Municipal não materializou o fim que fundamentou a expropriação. A empresa alega falta de aplicação prática do imóvel ao objetivo expropriado.

Reversão da expropriação

A FXT alega que a matéria não foi encerrada pela autarquia dentro do prazo legal. O movimento ocorre dias depois de a câmara ter avançado com a demolição total da fábrica. A situação envolve ainda a permanência do imóvel devoluto desde a falência da tecelagem, no final dos anos 1990.

Não há, até ao momento, informações oficiais adicionais sobre eventuais medidas futuras da autarquia. O processo de expropriação continua sob escrutínio, com a FXT a buscar uma solução que reverta a decisão administrativa.

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