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Vítor Aleixo detido por alegada agressão a agente da PSP durante festejos do F.C. Porto

Vítor Aleixo detido por agredir PSP à civil durante festejos do F. C. Porto; segue para interrogatório no Tribunal de Instrução Criminal, indiciado de ofensa e resistência a funcionário

Vítor Aleixo foi condenado a dois anos e sete meses de prisão na Operação Pretoriano
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  • Vítor Aleixo foi detido por agredir um polícia à civil durante as celebrações do F. C. Porto na Ribeira e nos Aliados, na noite de sábado para domingo.
  • O suspeito já se encontra no Tribunal de Instrução Criminal, onde deverá ser ouvido ainda nesta segunda-feira.
  • Esteve envolvido numa altercação com outro homem e, apesar de se ter identificado como PSP à civil, prosseguiu as agressões.
  • Vítor Aleixo fica sujeito a primeiro interrogatório judicial e está indiciado por ofensa à integridade física qualificada e resistência e coação sobre funcionário.
  • Em julho de 2025, foi condenado a dois anos e dez meses de prisão, com pena suspensa, no âmbito da Operação Pretoriano; em fevereiro deste ano, a Relação do Porto atenuou a pena para dois anos e sete meses.

Vítor Aleixo, adepto do F. C. Porto e condenado no âmbito da Operação Pretoriano, foi detido na noite de sábado para domingo por aggressões a um agente da autoridade à civil durante as celebrações portuenses. O incidente ocorreu na zona da Ribeira, junto aos Aliados.

Segundo o Jornal de Notícias, Aleixo terá desentendido com outro homem durante as comemorações. O episódio evoluiu para agressões repetidas, mesmo após o homem se apresentar como PSP à civil, que se identificou e não obteve defesa imediata.

O detido já se encontra no Tribunal de Instrução Criminal, onde deverá ser ouvido ainda nesta segunda-feira. Do lado dele, o Ministério Público aponta-lhe os crimes de ofensa à integridade física qualificada e resistência e coação sobre funcionário.

Em julho de 2025, Vítor Aleixo foi condenado a dois anos e dez meses de prisão, com a pena suspensa na execução, no âmbito da Operação Pretoriano. Em fevereiro deste ano, o Tribunal da Relação do Porto atenuou essa pena para dois anos e sete meses.

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