- O Museu de Serralves anunciou a saída do diretor artístico Philippe Vergne, com o mandato a terminar no final de julho de 2026.
- Durante o período de transição, Vergne vai manter a curadoria de algumas exposições para assegurar a continuidade da programação de 2026.
- A programação para 2027 já foi apresentada ao Conselho de Administração da Fundação de Serralves.
- Vergne conduziu Serralves nos últimos sete anos, contribuindo para elevar o museu a um patamar internacional.
- O francês já dirigiu o Museum of Contemporary Art (MoCA), em Los Angeles, e o Musée d’Art Contemporain, em Marselha, entre 1994 e 1997.
O Museu de Serralves anunciou a saída do seu diretor artístico, Philippe Vergne, para julho de 2026. O cargo será concluído ao fim do mês, a pedido do curador francês, que assegurará a transição.
Durante o período de transição, a Fundação de Serralves indica que Vergne continuará a contribuir na curadoria de algumas exposições. A programação de excelência de 2026 manterá o seu nível, com a 2027 já apresentada ao Conselho de Administração.
Vergne chegou a Serralves há sete anos, sucedendo João Ribas. Antes de chegar ao Porto, dirigiu o MoCA, em Los Angeles, e ocupou a direção do Musée d’Art Contemporain em Marselha entre 1994 e 1997.
Transição e contexto
A Fundação de Serralves agradece o trabalho desenvolvido por Vergne, destacando a elevação internacional do museu durante o seu mandato. O anúncio não detalha os motivos da saída, limitando-se a indicar a conclusão do consulado em julho de 2026.
A nota indica ainda que Vergne conduzirá parte da curadoria de exposições até essa data, assegurando continuidade na qualidade da programação atual. A direção executiva do museu permanece sob a alçada da Fundação de Serralves.
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