- Em 2025, ocorreram pelo menos 2707 execuções no mundo, distribuídas por 17 países, um aumento de 78% face a 2024.
- O Médio Oriente concentra grande parte das execuções, com o Irão e a Arábia Saudita responsáveis por 96% das mortes na região.
- A Amnistia Internacional classifica a tendência como alarmante, mas assinala progressos na abolição da pena de morte.
- O número de execuções em 2025 é o maior desde 1981, quando se registaram 3191 execuções (excluindo dados da China).
- Em 2024 ocorreram 1518 execuções em 15 países, servindo de base para o comparativo com 2025.
Em 2025, o Médio Oriente regista um avanço preocupante do número de execuções, com irreversíveis impactos na região. A Amnistia Internacional (AI) aponta para 96% das mortes neste território atribuídas a Irão e Arábia Saudita.
Segundo o relatório divulgado hoje, a região respondeu por uma maioria esmagadora de execuções registadas no mundo, refletindo padrões de aplicação da pena de morte ainda intensos na área.
A nível global, o ano de 2025 contabiliza pelo menos 2707 execuções em 17 países, representando um aumento de 78% face a 2024 (1518 execuções em 15 países). O salto ocorre num contexto de controvérsia internacional.
A AI descreve a tendência como alarmante, mas ressalva avanços em alguns países na abolição ou redução da pena de morte, ainda que de forma desigual entre as nações da região.
O relatório revisto compara com dados de 1981, quando se registaram 3191 execuções mundialmente (sem incluir dados da China), situando 2025 como o maior volume desde então.
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