Em Alta Copa do Mundo futeboldesportoPortugalinternacionaisgoverno

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Julgamento de Sócrates contra o Estado continua; advogado diz que prazos expiraram

Continua o julgamento de Sócrates contra o Estado, com a defesa a sustentar prazos ultrapassados e divulgação de partes do processo, sob ameaça ao Estado de direito

Photo
0:00
Carregando...
0:00
  • A sessão do Tribunal Administrativo de Lisboa continua nesta sexta-feira, envolvendo uma ação de 2017 em que José Sócrates pretende indemnização pelo Estado, de pelo menos 50 mil euros, pela duração do processo Marquês.
  • O advogado de Sócrates, Filipe Batista, critica a justificação do Ministério Público para os prazos considerados incumpridos, referindo que existem “milhões de documentos”.
  • A defesa sustenta que o processo já ultrapassou prazos razoáveis e destaca que partes do processo tinham sido publicadas em jornais, sem que aos arguidos fosse permitido aceder.
  • Batista afirma que o “estado de direito está a sofrer uma grande ameaça” e entende que a solução passa pelos próprios órgãos judiciários corrigirem as anomalias.
  • A defesa defende que, quando a lei fixa prazos, esses limites devem ser respeitados, e que o segredo de justiça não pode servir apenas para proteger investigações, também devendo proteger os arguidos.

O Tribunal Administrativo de Lisboa continua, nesta sexta-feira, a sessão que julga a ação de 2017 em que o ex-primeiro-ministro José Sócrates exige ser indemnizado pelo Estado, num montante mínimo de 50 mil euros, pela duração do processo Marquês.

A defesa de Sócrates, liderada pelo advogado Filipe Batista, critica a justificação do Ministério Público para a morosidade, alegando que o processo envolve milhões de documentos e que a explicação é incongruente com o funcionamento do sistema.

Batista sustenta que o Estado de direito tem enfrentado uma ameaça relevante e defende que a solução passa pelos próprios tribunais corrigirem as irregularidades. Alega que a lei fixa prazos, mas impõe limites, e questiona o segredo de justiça usado para ocultar elementos relevantes.

O advogado refere ainda que o processo Marquês já ultrapassou todos os prazos considerados razoáveis, apontando a existência de publicações de partes do processo em meios de comunicação que não eram acedidas pelos arguidos.

A audiência prossegue com a defesa a enfatizar a necessidade de clarificação de procedimentos e de redução de atrasos, para assegurar a igualdade de tratamento entre as partes e evitar prejuízos processuais.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais