- Os Estados Unidos concluíram a retirada acelerada de urânio altamente enriquecido do reator de investigação RV-1, na Venezuela, com apoio da AIEA (agência) e do Reino Unido.
- A operação foi realizada em cooperação com as autoridades venezuelanas e teve o apoio técnico da AIEA, sendo considerada um marco para a segurança nuclear.
- O urânio, já embalado, foi transportado pelo Reino Unido e chegou, no início de maio, ao complexo de Savannah River, na Carolina do Sul, para eliminação final.
- A AIEA acompanhou o processo como observador técnico e confirmou a transferência de 13 quilogramas de urânio enriquecido acima de vinte por cento.
- A retirada ocorreu meses antes do previsto, após a Venezuela ter preparado o material no final de abril, como parte de esforços internacionais para reduzir riscos de proliferação.
Os Estados Unidos concluíram uma retirada acelerada de urânio altamente enriquecido da Venezuela, com apoio da AIEA e do Reino Unido, considerado um marco na segurança nuclear. A operação envolveu o reator RV-1, desativado há anos.
A remoção foi coordenada com autoridades venezuelanas. O material, 13 quilogramas de urânio com enriquecimento superior a 20%, foi transportado pelo Reino Unido até ao complexo de Savannah River, na Carolina do Sul, para eliminação final.
O RV-1, primeiro e único reator do país, foi criado para investigação científica e, posteriormente, especializado na esterilização por raios gama de produtos médicos e alimentares. A AIEA atuou como observador técnico durante todo o processo.
Contexto internacional
O anúncio ocorreu num momento de maior foco de Washington na não proliferação nuclear e na contenção de materiais sensíveis. O Departamento de Estado destacou o papel da cooperação com a Venezuela, o Reino Unido e a AIEA para reduzir riscos globais.
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