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PJ investiga exportação ilegal de medicamentos para Moçambique

PJ investiga exportação ilegal de medicamentos para Moçambique, com fraude fiscal e branqueamento; buscas a imóveis e viaturas nos distritos de Vila Real e Lisboa

Buscas foram realizadas pela PJ de Vila Real
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  • A Polícia Judiciária de Vila Real realizou dez buscas a imóveis e viaturas nos distritos de Vila Real e Lisboa, no âmbito da exportação ilegal e venda de medicamentos em Moçambique.
  • Os crimes investigados incluem fraude fiscal, branqueamento de capitais e falsificação de documentos.
  • A investigação apura um alegado esquema de exportação de medicamentos obtidos em Portugal para Moçambique sem pagamento de impostos, seguidos de venda fora dos mecanismos legais.
  • Segundo a PJ, teriam sido recebidas avultadas quantias em numerário, depois introduzidas no sistema financeiro português para a aquisição de bens de luxo, indicando branqueamento de capitais.
  • Foram apreendidos elementos de prova relevantes e uma quantia significativa de dinheiro; o inquérito continua sob direção do DIAP Regional do Porto.

A Polícia Judiciária (PJ) de Vila Real realizou dez buscas em imóveis e viaturas nos distritos de Vila Real e Lisboa. A ação insere-se numa investigação sobre exportação ilegal e venda de medicamentos para Moçambique, com alegados crimes de fraude fiscal, branqueamento de capitais e falsificação de documentos.

A investigação apura um esquema que supostamente exportava medicamentos obtidos em Portugal para Moçambique sem o pagamento adequado de impostos. Posteriormente, os fármacos seriam vendidos sem cumprir os mecanismos legais, fiscais e aduaneiros em vigor.

Segundo a PJ, teriam sido recebidas grandes quantias em dinheiro, que depois entraram no sistema bancário português para financiar a aquisição de bens móveis, imóveis e outros bens de luxo, sugerindo branqueamento de capitais. Nos mandados foram apreendidos indícios relevantes e uma quantia considerável em dinheiro.

A autoridade policial acrescenta que o processo prosseguirá para apurar integralmente as responsabilidades criminais e acelerar o inquérito. O inquérito está a cargo do DIAP Regional do Porto, com coordenação da PJ.

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