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PJ detém homem de 50 anos por burla com dinheiro falso

PJ detém homem de 50 anos suspeito de burla com euros falsos; vítimas trocavam notas marcadas por montantes superiores, com prejuízo ainda por apurar

PJ
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  • A Polícia Judiciária deteve um homem de 50 anos suspeito de burla com dinheiro falso, conhecida como euros negros, em Lisboa.
  • A detenção ocorre no âmbito de uma investigação aberta em dezembro de 2025 pela venda simulada de equipamentos ou imóveis.
  • O suspeito induzia as vítimas a trocar dinheiro por montantes superiores, com maços marcados ou pintados de preto que eram supostamente recuperados com uma solução química.
  • Na operação foram apreendidos telemóveis, cartões SIM, maços cortados e pintados, frascos com a solução química e documentação relacionada ao crime; o montante apurado é de cerca de 100 mil euros, podendo ser superior.
  • O arguido ficou com medidas de coação: proibição de contactos com as vítimas, proibição de se ausentar do distrito de Lisboa e apresentações periódicas.

Um homem de 50 anos foi detido pela Polícia Judiciária (PJ) por suspeita de burla associada ao esquema dos chamados euros negros. A detenção ocorreu no âmbito de uma investigação iniciada em dezembro de 2025, revela a PJ. A investigação envolve a obtenção de cerca de 100 mil euros por via ilícita.

Segundo a PJ, o suspeito contactava vítimas através de anúncios de venda de equipamentos ou imóveis, manifestando interesse na aquisição. Durante as negociações, convenceria as pessoas a trocar dinheiro por montantes alegadamente superiores.

Os montantes eram entregues em maços de notas marcadas ou pintadas de preto, que, após tratamento químico com uma solução fornecida aos visados, podiam ser recuperadas e voltar a circular, acrescenta a PJ.

Operação e materiais apreendidos

No decurso da operação, foram apreendidos telemóveis, cartões SIM, maços de papel cortados e pintados para simular notas do Banco Central Europeu, além de frascos com a solução química utilizada no esquema, e documentação relacionada com a atividade criminosa.

A PJ acrescenta que a investigação continua para apurar o valor global das burlas, admitindo que o montante possa ser substancialmente superior aos cerca de 100 mil euros já identificados.

Situação processual

O suspeito ficou presente a tribunal para primeiro interrogatório judicial, ficando sujeito a medidas de coação: proibição de contactos com as vítimas, proibição de se ausentar do distrito de Lisboa e apresentações periódicas.

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