- O Casa Ferreirinha Reserva Especial 2017 chega ao mercado após cerca de dois anos de estágio em madeira e quase sete em garrafa, com uvas da Quinta da Leda e de parcelas de altitude na região de Meda.
- O lote combina Touriga Franca (48%), Touriga Nacional (35%), Sousão (7%), Tinto Cão (5%) e Tinta Roriz (5%), tendo passado cerca de 18 meses em barricas de carvalho francês.
- O ano vitícola foi quente e seco, com temperaturas cerca de cinco graus Celsius acima do normal, o que influenciou o perfil do vinho.
- O vinho apresenta cor rubi profunda, nariz intenso com fruta madura, cacau, chocolate, trufa, sous-bois e especiarias, e na boca peso, taninos firmes e acidez integrada, com final longo.
- Segundo a marca e o enólogo, o objetivo é que atinja o apogeu em 15 a 20 anos, mantendo qualidade ao longo de décadas; o lançamento reflete uma decisão tomada pela equipa, não apenas pelo calendário.
O Casa Ferreirinha anunciou o lançamento do Reserva Especial 2017, um vinho que chega ao mercado após cerca de dois anos em madeira e quase sete em garrafa. O lote provém sobretudo de uvas da Quinta da Leda e de parcelas em altitude na região de Meda, em um ano vitícola quente e seco.
A cor é rubi profunda e o nariz apresenta alta intensidade e complexidade, com frutas pretas e vermelhas maduras, cacau, chocolate, trufa e notas de sous-bois, complementadas por pimenta e cravinho. Em boca, destaca-se pelo volume, taninos firmes e acidez integrada, com final longo.
Composição e envelhecimento
O lote mistura Touriga Franca (48%), Touriga Nacional (35%), Sousão (7%), Tinto Cão (5%) e Tinta Roriz (5%). Estagiou cerca de 18 meses em barricas de carvalho francês e deverá evoluir na garrafa, atingindo o apogeu em 15 a 20 anos.
A Sogrape aponta que o vinho, apesar do ano quente, manteve frescura graças à altitude e ao cuidado na vinha e na adega. Enólogo Luís de Sottomayor descreve o 2017 como elegante, com delicadeza marcante, ainda que pertença ao universo de Barca-Velha em qualidade de expressão. Presidente da Sogrape, Fernando da Cunha Guedes afirma que lançar um Reserva Especial é um privilégio raro, decidido apenas pelo vinho.
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