- Investigação portuguesa liderada por Paula Videira (NOVAFCT) criou o anticorpo OL2A5, capaz de distinguir células cancerígenas de tecido saudável com elevada precisão.
- OL2A5 reconhece assinaturas moleculares presentes nas células cancerígenas e ausentes no tecido saudável, abrindo caminho a diagnósticos mais seletivos.
- O anticorpo, já patenteado, tem potencial para uso no diagnóstico do cancro e como base para terapias direcionadas, incluindo conjugados anticorpo-fármaco.
- A equipa foi finalista na categoria Investigação do Prémio Inventor Europeu 2026, cuja decisão será anunciada em Berlim, a 2 de julho.
- A Organização Europeia de Patentes destaca o potencial das aplicações diagnósticas e terapêuticas do OL2A5.
O que aconteceu: uma equipa de investigação portuguesa, liderada por Paula Videira (NOVAFCT), desenvolveu o anticorpo OL2A5. Este anticorpo distingue células cancerígenas de tecido saudável com elevada precisão. A descoberta avança diagnósticos mais seletivos e terapias contra o cancro.
Como funciona: o OL2A5 reconhece assinaturas moleculares presentes nas células cancerígenas, mas ausentes ou pouco acessíveis no tecido normal. A patente foi atribuída pela Organização Europeia de Patentes, destacando o potencial no diagnóstico e em terapias direcionadas.
Onde e porquê: o trabalho resulta em bases para diagnósticos mais precisos e para o desenvolvimento de conjugados anticorpo-fármaco, potenciando terapias personalizadas. A equipa centra-se em aplicações clínicas e estratégicas para o cancro.
Reconhecimento internacional
Paula Videira e a equipa foram finalistas na categoria Investigação do Prémio Inventor Europeu 2026. A cerimónia de divulgação dos vencedores está marcada para Berlim, Alemanha, a 2 de julho.
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