- A Câmara de Lisboa aceitou, em março, o pedido relativo a um antigo mosteiro no Lumiar para avançar com um grande projeto urbanístico.
- O promotor sustenta que o projeto cumpre as regras, o que levou ao deferimento tácito.
- O empreendimento consiste numa residência universitária privada com 779 quartos.
- O projeto implica o corte de dezenas de árvores na Quinta dos Frades, junto à Avenida Padre Cruz, onde ficou o Mosteiro de Santa Maria.
- A decisão tem resistência de parte da oposição, que critica o efeito ambiental e urbanístico.
O governo local de Lisboa aprovou, por deferimento tácito, o pedido apresentado pelo promotor do projeto para transformar o antigo Mosteiro de Santa Maria, no Lumiar, numa residência universitária privada com 779 quartos. A decisão baseia-se na conformidade do projeto com as regras urbanísticas em vigor, após o requerimento feito em março.
O processo envolve a Câmara Municipal de Lisboa, o promotor e a oposição municipal, que questiona o impacto do empreendimento. A decisão foi tomada dentro do alinhamento legal existente, mantendo o foco na viabilidade do projeto no espaço identificado na Quinta dos Frades, junto da Avenida Padre Cruz.
O empreendimento implica intervenções no espaço verde adjacente, com o corte de dezenas de árvores previstas. O objetivo é criar a residência universitária privada, mantendo a função institucional do local e respondendo a necessidades de alojamento estudantil.
Contexto do local
O antigo espaço, que já serviu de abrigo a monjas dominicanas, encontra-se numa área com área verde relevante no Lumiar. O projeto prevê a construção de infraestruturas para acolher estudantes, num conjunto habitacional de grande envergadura.
Desdobramentos e próximos passos
Resta acompanhar como as autoridades municipais supervisarão as obras e a gestão ambiental associada. A oposição continua a defender uma avaliação mais detalhada dos impactos ecológicos e de mobilidade na envolvente.
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