- O PCP questionou o Ministério dos Negócios Estrangeiros sobre as medidas tomadas para assegurar os direitos dos cidadãos portugueses a bordo da flotilha Global Sumud, apreendida por Israel a 29 de abril.
- O Bloco de Esquerda apresentou um projecto de resolução para exigir uma condenação pública da Interceção e a libertação imediata dos detidos, incluindo três portugueses.
- A tese central do PCP é de que houve maus-tratos e arbitrariedades por parte das autoridades israelitas e pede diligências diplomáticas para proteger os direitos dos ativistas.
- A flotilha Global Sumud envolvia vinte barcos e cerca de cento e setenta e cinco ativistas; o objetivo era levar ajuda à Faixa de Gaza e terá sido apreendida em águas internacionais, perto da Grécia.
- O ministro dos Negócios Estrangeiros informou que o embaixador de Israel foi chamado para explicações e que há proteção consular prevista para os nacionais detidos, em Telavive e em Atenas.
A maioria dos detalhes aponta para uma intervenção israelita numa flotilha humanitária que se deslocava para a Faixa de Gaza. Três cidadãos portugueses estavam a bordo da Global Sumud, detidos em águas internacionais após a interceção na parte final de Abril. O PCP questiona o Ministério dos Negócios Estrangeiros sobre as diligências para assegurar os direitos dos detidos.
Situação dos cidadãos portugueses
O PCP informa que pediu ao MNE informações sobre as ações tomadas junto das autoridades israelitas para garantir os direitos dos cidadãos portugueses e de outros ativistas da flotilha. A questão surge num contexto de denúncias de maus-tratos relatadas por organizações associadas à causa.
Reação parlamentar e iniciativa do BE
O Bloco de Esquerda apresentou na Assembleia da República um projeto de resolução a exigir uma condenação pública da interceção e a libertação imediata dos detidos. A medida pede ainda que o Governo atue em termos diplomáticos para acompanhar o caso.
Detalhes da Global Sumud e objetivo da missão
A Global Sumud reunia cerca de 20 barcos e 175 ativistas, com o objetivo de fornecer ajuda à população da Gaza. A frota foi apreendida pela força israelita perto de águas gregas, no âmbito de operações realizadas em águas internacionais.
Contexto diplomático e proteção consular
O ministro dos Negócios Estrangeiros português afirmou que as autoridades consulares estão mobilizadas. Embaixadores em Telavive e em Atenas ficam responsáveis por acompanhar os ativistas detidos e por assegurar proteção consular no caso de necessidade.
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