- Novas provas de ADN reabrem o caso do assassinato de Chiara Poggi (2007); o antigo namorado Alberto Stasi volta a ser apontado como suspeito e cumpre 16 anos de prisão.
- Poggi, de 26 anos, foi encontrada morta em Garlasco; Stasi foi apontado como principal suspeito na altura, com defesa baseada em vestígios de ADN nas rodas de uma bicicleta da família e sapatos considerados limpos.
- A investigação recente envolve Andrea Sempio, amigo de Marco Poggi (irmão de Chiara), com vestígios de ADN sob as unhas da vítima compatíveis com ele; Sempio é formalmente acusado de homicídio culposo com crueldade.
- Alegações indicam que Poggi terá rejeitado avanços de Sempio, motivo alegado para o ataque, ocorrendo possivelmente 12 golpes com objeto contundente; Sempio nega as acusações e deverá depor.
- Paralelamente, o pai de Sempio e um procurador de Pavia são investigados por alegadas trocas de suborno para arquivar o caso; ambos negam as acusações.
A investigação sobre o assassinato de Chiara Poggi, em 2007, ganhou um novo capítulo com resultados de ADN que lançam um suspeito diferente no caso. Andrea Sempio, amigo do irmão de Poggi, passa a ser investigado pela polícia de Pavia após testes recentes.
Stasi, então namorado da vítima, foi condenado em 2015 a 16 anos de prisão por homicídio. Mesmo com duas absolvições anteriores, os elementos de prova circunstanciais, incluindo ADN nas rodas de uma bicicleta da família, sustentaram a condenação.
Os procuradores reabriram o caso no ano passado e anunciaram que vestígios sob as unhas de Poggi são compatíveis com Sempio. Anteriormente, Sempio foi acusado de homicídio culposo com agravante de crueldade; agora é acusado de ter agido sozinho.
Segundo a autoridade, o crime terá ocorrido após Poggi rejeitar as investidas de Sempio, que terá golpeado a cabeça e o rosto da vítima com um objeto contundente pelo menos 12 vezes. Sempio nega as acusações e deverá apresentar-se perante os procuradores.
A investigação envolvendo Sempio também envolve o pai dele e um procurador de Pavia, sob suspeita de uma possível troca de subornos para arquivar o caso. Ambos negam as acusações e aguardam o desfecho das averiguações.
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