- Filipa Gomes é cozinheira e criadora de conteúdos, com mais de meio milhão de seguidores, e é a 15.ª convidada do podcast A Vida não É o Que Aparece.
- Cresceu no campo, quis ser designer de moda e acabou publicitária; ganhou visibilidade ao participar num casting do 24Kitchen e apresentar o Prato do Dia, seguido de Cozinha com Twist e Os Cadernos da Filipa.
- Ainda hoje não se considera chef, prefere ser chamada de cozinheira e criadora de conteúdos, e enfrenta críticas sobre a sua aparência nos comentários.
- O tema do corpo permanece nos vídeos, com a luta constante com peso e medidas, o que também afeta a saúde mental, apesar de não comprometer o trabalho.
- Relatou ter passado por burnout recentemente e admitiu ter tentado cumprir o papel de mãe perfeita, aprendendo que não é preciso chegar a esse limite.
Filipa Gomes é uma cozinheira e criadora de conteúdos portuguesa com mais de meio milhão de seguidores, conhecida por mostrar também a imperfeição na gestão de projetos culinários. Este é o 15º episódio de A Vida não É o Que Aparece, onde revela aspetos menos visíveis da sua carreira.
Natural de um meio rural, Filipa cresceu entre vacas e couves e só teve contacto longo com a cozinha mais tarde. Já tentou ser designer de moda e acabou publicitária. O impulso para a cozinha surgiu após participar num casting da 24Kitchen, que a levou a apresentar o Prato do Dia.
A sua presença televisiva, há mais de uma década, quebrou estereótipos ao não se assumir como chef, sendo antes cozinheira e criadora de conteúdos. Em críticas públicas, o aspeto visual recebia observações sobre unhas, batom e vestuário, temas que ainda hoje aparecem nos comentários.
Apesar do corpo ser parte da discussão pública, Filipa afirma que a saúde mental foi afetada pelas inseguranças corporais. A luta com o peso e as medidas é constante, sem que isso tenha comprometido o desempenho profissional, assegura no podcast.
A proteção da saúde mental tornou-se prioridade, especialmente quando descreve um burnout recente. Mesmo com a alegria evidente, reconhece tendências à melancolia e à tristeza, e reforça que não é preciso ser perfeito tudo o tempo todo.
Filipa explica ter colocado no papel da mãe que tudo pode, mas admite que essa pressão levou a custos psicológicos. Hoje, afirma ter aprendido a gerir as próprias expectativas e a não assumir esse papel de forma tão rígida.
A produção de A Vida não É o Que Aparece está disponível semanalmente, às terças-feiras, em plataformas como Spotify e Apple Podcasts, além de outras apps de podcasts. O programa continua a acompanhar a personalidade de Filipa Gomes.
through os canais oficiais do podcast. A repórter acompanha a produção para o portal de referência, dando continuidade à cobertura de figuras da gastronomia nacional.
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